Manifestação contra a morte de João Alberto no Carrefour continuam

Manifestação contra a morte de João Alberto no Carrefour continuam

Os protestos em decorrência da morte de João Alberto Silveira Freitas, que foi morto em uma unidade do supermercado Carrefour, em Porto Alegre, gerou uma onda de protestos durante quatro dias seguidos. Ao final da tarde da última segunda-feira (23), manifestantes se reuniram novamente na unidade localizada no bairro Partenon, que fica há 7km de onde ocorreu de fato o crime, e se encaminharam em uma passeata pela Avenida Bento Gonçalves.

De acordo como que foi informado pelo supermercado Carrefour, a loja em questão foi fechada às 16h após receberem orientações da Brigada Militar.

Uma hora após o momento, as pessoas passaram a e reunir no local em questão. A maioria das pessoas presentes no momento estavam com faixas e cartazes ondem pediam por justiça.

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Os manifestantes que se aglomeravam  na área, entoavam cânticos contra racismo, e saíram do local por volta das 19h, e caminharam pelo meio da rua. O trânsito no momento precisou ser interrompido parcialmente devido a caminhada dos manifestantes presentes.

Por volta das 20h alguns dos manifestantes que estavam no local passaram a depredar as grades do supermercado. Além disso, atearam fogo em galhos arrancados de árvores localizadas na avenida. Os manifestantes neste momento passaram também a jogar rojões em direção à polícia que acompanhava tudo de perto.

As ações dos manifestantes foram reprimidas pelo Batalhão de Choque da Brigada Militar, que usou de tiros de balas de borracha para conter o protesto. O conflito entre as autoridades e os manifestantes levou cerca de 20 minutos para terminar, e logo em seguida foi dispersado. Não foi registrado nenhum ferido no momento do confronto.

Fonte: G1