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Para zerar impostos do gás de cozinha e diesel Bolsonaro precisa elevar impostos de carros, bancos e indústria química

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Nesta última segunda-feira (1) o presidente da República editou um decreto e uma medida provisória na qual zerou as alíquotas da contribuição dos Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS) e também da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que incide sobre o comércio e exportação do gás liquefeito

de petróleo (GLP) para uso doméstico e do óleo diesel.
A medida editada por Jair Bolsonaro (sem partido), foi publicada em edição

extra do Diário Oficial da União.
A diminuição em relação ao GLP é permanente. Já no óleo diesel essa diminuição será apenas entre os meses de março e abril.
É importante lembrar que essa medida só vale para os recipientes de gás de

cozinha de até 13 kg.
“As duas medidas buscam amenizar os efeitos da volatilidade de preços e oscilações da taxa de câmbio e das cotações do petróleo no mercado internacional”, informou o Planalto.

“Para que o final do REIQ não impacte as medidas de combate à covid-19, foi previsto um crédito presumido para as empresas fabricantes de produtos destinados ao uso em hospitais, clínicas, consultórios médicos e campanhas de vacinação que utilizem na fabricação desses produtos insumos derivados da indústria petroquímica”, informou o Planalto.

Sendo assim, para compensar a diminuição desses impostos, outros serão elevados, como é o caso de impostos sobre carros, indústrias químicas e bancos.

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